sábado, 27 de dezembro de 2008

Retalhos... (continuação)


Sentei-me ao pé deles. Deu-se uma breve conversa de circunstância. Acho que já estavam ambos nus. Nada de grave. Estávamos habituados a conviver numa praia de nudismo, portanto senti-me á vontade.

A certa altura, Carlos que já não estava para conversas, começou a chupar o mamilo de Inês que ficava do seu lado. Com um convite tão explícito, fiz o mesmo do meu lado. Ela começou a gemer ao mesmo tempo que me apalpava o sexo e me puxava suavemente o elástico dos calções como que a pedir que os tirasse. Nessas coisas sou muito bem mandado. Tirei-os imediatamente.

Carlos masturbava-a ao mesmo tempo que ela me fazia o mesmo. Eles já estavam acesos, eu é que tinha acabado de chegar. Ele olhou para mim, abriu-lhe as pernas e ficou a sorrir para ela. Tão calmo quanto possível, tomei o lugar que me era oferecido e penetrei-a, provocando um pequeno grito que foi aumentando á medida que o meu pénis entrava e saia compassadamente. Ficámos nisto durante algum tempo, o sexo dela a engolir o meu, provocando ondas de prazer, não só pelo acto em si como pela situação nova. A namorada do meu amigo gemia com o meu pénis dentro dela enquanto chupava o dele.

Antes que a tesão provocada por isso tivesse como consequência um orgasmo prematuro, saí de cima dela dando o meu lugar, saindo um pénis para de seguida entrar outro. O barulho que ela fazia ameaçava acordar Maria que ainda estava a dormir. A solução encontrada foi aproximá-lo da boca dela convidando-a a uma mamada. Ela engoliu-o imediatamente provocando-me um espasmo maravilhoso. Mesmo com a boca cheia, ela conseguia fazer um barulho preocupante. Até porque Carlos, louco de tesão fodia-a furiosamente.

Afastaram-se os dois, deixando-me o centro da toalha de praia que servia de lençol. Deitei-me, virado para cima. Inês montou-me Imediatamente. Estava entusiasmadíssima com este “sair um e entrar outro”. Carlos aproveitando o entusiasmo penetrou-lhe o ânus, primeiro devagar para não a magoar, acelerando mais a partir do momento em que entrou todo.

Inês tinha os dois a penetrá-la, fazia um barulho imenso que teve uma consequência:

Acordou Maria.

Esta começou a chamar por mim aproximando-se. Parou quando viu o que lhe pareceu ser uma “canzana”. Fui salvo pela erva alta. Ela afastou-se o que me permitiu rastejar para fora dali e aparecer por outro lado (abençoado treino militar…).

Ao chegar ao pé dela disse-lhe que tinha ido dar uma volta.

Mal ela sabia que ia “ter direito” a mimos idênticos durante os próximos anos da sua vida.

A tarde decorreu calma, maravilhosa. Eu, que tinha ficado a meio, estava só um pouco mais animado do que o costume. Mas acho que estávamos quase todos menos Maria, ligeiramente desconfiada.

2 comentários:

Gabrielle disse...

e eis que nasce um mito! Tinha saudades de te ler, beijos de fim de ano...

DESIRE disse...

Hummmmmmmm está sala do pecado só dá vontade de pecar ;)
Beijos prometidos